Wednesday, March 12, 2008
Top 50 places to eat
1 The Fat Duck Bray, Berkshire
2 El Bulli Montjoi, Spain
3 The French Laundry Yountville, California
4 Tetsuya's Sydney
5 Gordon Ramsay London
6 Pierre Gagnaire Paris
7 Per Se New York
8 Tom Aikens London
9 Jean Georges New York
10 St John London
11 Michel Bras Laguiole, France
12 Le Louis XV Monte Carlo
13 Chez Panisse Berkeley, California
14 Charlie Trotter Chicago
15 Gramercy Tavern New York
16 Guy Savoy Paris
17 Restaurant Alain Ducasse Paris
18 The Gallery at Sketch London
19 The Waterside Inn Bray, Berkshire
20 Nobu London
21 Restaurante Arzak San Sebastián, Spain
22 El Raco de Can Fabes San Celoni, Spain
23 Checcino dal 1887 Rome
24 Le Meurice Paris
25 L'Hotel de Ville Crissier, Switzerland
26 L'Arpège Paris
27 Angela Hartnett at the Connaught London
28 Le Manoir aux Quat' Saisons Oxford
29 Le Cinq Paris
30 Hakkasan London
31 Cal Pep Barcelona
32 Masa New York
33 Flower Drum Melbourne
34 WD50 New York
35 Le Quartier Francais Franschhoek, South Africa
36 Spice Market New York
37 Auberge de l'Ill Illhaeusern, Alsace
38 Manresa California
39 Restaurant Dieter Muller Begisch Gladbach, Germany
40 La Maison Troisgros Roanne, France
41 The Wolseley London
42 Rockpool Sydney
43 Yauatcha London
44 The Ivy London
45 Gambero Rosso San Vincenzo, Italy
46 The Cliff St James, Barbados
47 Le Gavroche London
48 Enoteca Pinchiorri Florence
49 Felix Hong Kong
50 La Tupina Bordeaux
Sunday, July 01, 2007
fundaçao
digamos, 3 a 4 meses na pior das hipóteses 6.
abraços patuscos
Monday, May 14, 2007
Sessenta Setenta no Porto
| Localização Rua Sobre o Douro 1 A - Porto 4050-592 PORTO Distrito: Porto Concelho: Porto Freguesia: Massarelos | |
Friday, June 02, 2006
Galeto
Domingo de Agosto, à noite. Na avenida da República está praticamente tudo fechado. Aliás, por toda a cidade. Diz-se que Lisboa fica deserta em Agosto, mas já foi muito mais assim. Apesar disso, é verdade que se circula à vontade e, sobretudo, há lugares para estacionar em todo o lado.
Seguimos, avenida abaixo. Há um sítio que, desde que me lembro (e certamente mesmo antes disso, porque é de meados dos anos 60), está sempre aberto. É aquele sítio de que, se já esgotámos todas as ideias, mesmo quando é já muito tarde – ou, por exemplo, aos domingos de manhã, demasiado cedo – acabamos por nos lembrar. “E se for o Galeto…”.
O “Galeto” – dizem-me que o nome foi posto por um dos fundadores que tinha vindo do Brasil e que é usado para os frangos pequenos, que, aliás, estão no logótipo – é fascinante. Pode não parecer, à primeira vista. Mas é. Em primeiro lugar porque é um mundo. Entramos e apaga-se-nos da memória a visão da avenida deserta. Lá dentro é um movimento constante. Há imensos empregados numa azáfama incessante. Os clientes esperam pela comida, sentados ao enorme balcão de madeira que percorre labirinticamente toda a sala.
Quando se entra há dois balcões de pastelaria, um à direita, outro à esquerda. Depois começa O Balcão. Confesso que me sento sempre mais ou menos perto da porta de entrada, e que nunca me aventuro para lugares mais ao fundo da sala. Mas deve haver gostos para tudo, porque, confirmei, há quem se sente no último dos últimos lugares do balcão, no fim do labirinto, num canto esquecido. Para chegar aí é preciso percorrer a sala, junto às paredes de madeira maciça com formas talhadas, e intervalada pelas famosas vitrines (podíamos chamar-lhes expositores, mas a palavra vitrine é a que mais se aplica ao espírito do lugar).
Algumas destas vitrines estão vazias, à espera de quem queira aproveitá-las para publicitar algum produto. Mas há pelo menos três que cumprem a sua função: em duas há serviços de louça, um apresentado como “Baixela Heráldica” e outro gravado com o símbolo do Benfica; a última vitrine tem material de uma loja de miniaturas militares, com soldados em trincheiras, em pose de combate, e combatentes de várias guerras em uniformes reproduzidos ao pormenor.
Ao balcão senta-se todo o tipo de gente. Há os solitários – o sítio é perfeito para estes, primeiro porque nunca é claro se estão de facto sozinhos, já que as pessoas estão sentadas ao lado umas das outras, e depois porque é difícil aborrecermo-nos. Há as famílias, com as crianças a subir e a descer das cadeiras, e a correr pelos corredores. Há os clientes habituais – “Então boa noite, senhor doutor, até amanhã”, despedem-se os empregados do senhor, já idoso, que jantou sozinho. Há os que vêem comer uma tosta ou um “Bife Hamburguês em Pão Brioche”; há os que optam pelos combinados (mais baratos do que os pratos da ementa); há os que comem os pratos “a sério”; há os que vêm às quartas por causa do Cozido à Portuguesa…
A lista é outro fascínio. É interminável. Aliás, são várias listas, que tiramos de um expositor (aqui não tenho outra palavra), uma dos vinhos, outra para o “snack-bar”, outra do restaurante, outra com as sobremesas. Temos a sensação que todas as escolhas e combinações são possíveis.
Há doze variedades diferentes de omeletas, há pequenos-almoços (que, como tudo o resto, têm preços “antes das 22h” e “depois das 22h”) sugestivos como este: Hamburguês em brioche com maionese, pickles e ¼ de garrafa de vinho (há a mesma versão com em que o vinho é substituído por café com leite).
As sobremesas são todo um mundo. Os gelados, que aparecem com fotografia sobre uma outra fotografia esbatida em fundo, têm nomes como Leviano, Capricho ou Monterosa. Há Ice Cream Soda e Café Glacé, e até batidos de Ovomaltine (ou, na mesma linha nostálgica, uma dose de Patex, para pôr no pão).
E depois há a misteriosa ordem em que tudo aquilo funciona. Quem ficar sentado de frente para a zona onde funciona uma mini-cozinha pode ver os cozinheiros a fazer alguns dos pratos mais simples. À esquerda estão, noutra zona, os especialistas em sobremesas e outras pequenas tarefas – é daí que vêm os gelados. À direita há um bar.
Pode-se fazer o exercício de tentar acompanhar o nosso pedido, desde o empregado que o recebe até ao responsável (distinguem-se dos outros porque, enquanto os primeiros têm uma camisa branca, os segundos têm casaco), que fica a controlar os papelinhos que são colocados junto da porta dos dois elevadores. A cozinha fica em baixo, mas é para esse local inacessível que o responsável dá instruções, através de um intercomunicador na parede, e é daí que, permanentemente, sobem os pratos. O elevador dá sinal, as portas de metal abrem-se e… pode ser o nosso jantar. O responsável de casaco leva então o prato até um certo ponto onde, como uma corrida de estafetas, é passado ao empregado sem casaco, que o tráz até nós. E é sempre assim. Mesmo quando já nada mais está aberto em Lisboa.
Alexandra Prado Coelho
Tuesday, November 22, 2005
Sunday, September 18, 2005
Monday, September 12, 2005
"O Fuso"
Repleto na tradição e qualidade.
Serviço rápido, eficaz, sem floriados mas qb educado.
O espaço bem aproveitado, uma velha adega, agora restaurante.
São dois os caminhos que nos sugere o menú desta magnífica adega.
Bacalhau ou Costeleta de Vaca no carvão.
Pois é... mas não é um bacalhau qualquer e muito menos uma qualquer posta de carne.
Aos mais endiabrados com a cozinha estrangeira não rejeitem a experiência de um carvão muito bem gerido.
Os olhos deliciam-se com a grandeza e o requinte "bruto" do corte.
A boa gestão do carvão, a atenção aos ritmos do seu calor e a mestria com que se viram as peças dá lugar a uma gostosa excitação das papilas gustativas, sem esquecer o antes, a preparação, certamente ritualística dos tempêros, simples, sem grandes exaltações mas não menos ricos e complexos que um qualquer outro prato dito ou tido como rico.
Uma boa carta de vinhos sem exageros, mas bons, completam uma boa dinâmica entre aromas e sabores.
Não menos importante, as entradas, morcela de arroz, presunto(cortado com rigor e requinte), chouriço e os normais ,mas agradáveis queijos frescos são as hipóteses que dão o mote ao início de umas horas (eternas no espírito) de bom prazer de estar à mesa.
Adega Restaurante
"O Fuso"
tel : 263 975 121
2630-216 Arruda dos Vinhos
Como ir: autoestrada até alverca ou vila franca de xira seguir no sentido alhandra e depois arruda dos vinhos.
preço médio por pessoa 25/30 euros com possibilidade de ser menos consoante o que se beber.
estimativa baseia-se numa refeição de carne ou bacalhau, entradas (morcela de arroz ), vinho e digestivo.
Saudações gastronómicas
aviso: cada dose é para duas pessoas.
Sunday, August 14, 2005
Sede da Fundação
A Sede da Fundação é um local privado em Lisboa onde volta e meia se realizam reuniões importantes, regadas a bom vinho e substanciadas de excelentes refeições. O que por ali se come está no segredo dos Deuses.
No entanto fica a nota- porque se um dia por acaso do destino vierem a fazer parte da Fundação, saberão de antemão, que por ali se come bem.
Abraço
Wednesday, July 27, 2005
Suprema
Por isso a Suprema está aqui neste blog, como berço de projectos, de amizades e de cumplicidades...
Mas seria de falar da comida... talvez nem seja necessário, é um café/restaurante/pastelaria, como tantos outros. Tem uns extraordários croissants, pães de deus e outras coisas no género. E segundo o Victor, a Dª. Cristina tira cafés como ninguém!
Monday, July 18, 2005
Os bons amigos...
perto do centro roma, mais precisamente nas traseiras do centro roma existe um espaço único inigualavel porque aberto ate às 5h/6h da matina.
come-se bebe-se e está-se.
não vou falar da decoração do espaço, dos empregados(há excepções)da comida e da carta em geral, mas aconselho a não pedirem pasteis de bacalhau, além de serem maus ainda pagam a eventual trincadela, no pastel.
pequena excepção:
a carta é fraca, tal como o atendimento, tal como a comida com uma novidade não peçam nada longe do menú (os mental fast americanos), isto é se pedirem uma sopa à alentejana ,mas sem "o pão", não será a melhor ideia. não fica bem.
a tentativa de respeitabilizar o espaço traduz-se no rigor:das fardas geometricamente engomadas acompanhadas de composições cromáticas em que o velho escarlate dá o tom.
a atenção e o respeito para com o cliente/pessoa tem uma estranha forma de ser.
pede-se rigor, claro que sim, mas não na forma de pedantismo.SIMPLES é melhor.É mais requintado.
no entanto, "os bons amigos..." os bons amigos.." os bons amigos." estão abertos pela noite dentro.
nota: servem jantares e pratos rápidos, leves até às 5/6h da manhã.
até breve
Friday, July 08, 2005
estrangeiro é quem vem de fora, pois é de coisas completamente fora que se fala aqui hoje.
promover a surpresa pode sair caro.
andar pela cidade ao acaso e procurar onde está a luz ou o tal sítio para tomar um bom café ou deleitar com uma boa refeição pode sair igualmente caro se não atentarmos a uma opinião amiga.(verdade que uma opinião amiga pode ser ainda pior, mas partamos do príncipio que não).
av da liberdade
zona de turismo e muita frequência com poucos ou nenhuns polícias à vista desarmada,claro(há uma esquadra no largo da praça da alegria). incido primeiramente neste assunto (se é que há aqui assunto)porque me parece relevante não estar frequentemente preocupado em sair-se violentamente mais leve do que se entrou, enfim particularidades. segue-se o que só uma retina congestionada deixa passar. a sujidade e o pouco ou nenhum cuidado com a composição do espaço exterior ao que, não menos importante, a apresentação, manutenção e cuidados com os alimentos ditos rápidos (salgadinhos, sandezinhas, bolinhos, enfim salvam-se os gelados,até ver. como se não bastasse a apresentação dos empregados é definida pelos números de nódoas na camisa e como não podia deixar de ser, pela atenção ao cliente que é certamente o único motivo de tédio nas suas vidas.
a tão falada protecção da câmara para uma cidade virada para a qualidade...
será que as supervisões hoteleiras não almoçam, não jantam, não saem, não circulam, não habitam a sua, deles, lisboa?...
a lisboa deles que gostava também minha, Nossa, é diferente.
sair ao acaso e esperar encontrar na av da liberdade um espaço gastronómico ou uma simples esplanada é cruelmente difícil... ainda.
no entanto, vale a pena não esquecer que existe
até breve
Wednesday, June 29, 2005
vá-vá... ou talvez não
A verdade é que cineatas, artistas, intelectuais pontificavam no Vá-Vá nos aos 60 e 70. Quem ainda o frequenta, quando passa por Lisboa é o filósofo Eduardo Lourenço, a escritora Lídia Jorge (antiga professora da Escola Secundária Rainha Dona Leonor), as pintoras Gracinda Candeias e Isabel Laginhas, o pintor Eurico Gonçalves ou o realizador Lauro António.
Da sua decoração original resta apenas um magnifico conjunto de azulejos da pintora Menez, datados de 1958, mas em adiantado estado de degradação. Ainda há bem poucos anos um deles foi salvo da destruição por um cliente, que se indignou com um empregado que nele tencionava pendurar um pindérico relógio vermelho.
É hoje difícil de imaginar que o Vá-Vá foi em tempos um dos mais requintados cafés de Lisboa. Impressão que agora está longe de provocar. O que nele actualmente predomina é o mau gosto e o abandono generalizado."
(excerto de texto do site Jornal da Praceta)
Com toda esta história deveria ser obrigatório o Vá-Vá manter não só os azulejos da Menez, mas também alguma (por muito pouca que fosse) qualidade no serviço. Eu sei que este blog é para recomendar sítios onde ir comer bem, mas também é necessário (pelo menos eu sinto essa necessidade) lembrar os sítios onde se DEVERIA ir comer bem… caso isso fosse possível. Resta-nos a Suprema ali mesmo ao lado… mas desse antro de surrealistas fundadores da fundação falarei um outro dia. Quanto ao Vá-Vá passe por lá, beba um café e diga-lhe que mesmo assim gosta dele, mesmo feio e velho, mesmo debilitado, continua a ser o Vá-Vá…
Friday, June 24, 2005
sugestão
cinco ou seis mesas por baixo de uma pequena árvore, onde se pode seguir sem reticências o conselho do chefe nas questões do peixe, sempre muito fresco.
o acolhimento é sem excepção muito bom (simpatia sem excessos, prestável).
em setúbal numa paralela à luíza todi, junto às traseiras do museu e da albergaria, perto da psp.
aberto até tarde, mais ou menos até às 23h, depois só quem já lá está e pode fiiiiicaaaar.
preço muito convidativo média de refeição com vinho, entradas, sobremesa e digestivo 12euros por pessoa.
boa viagem
Xaput peK ó aCHaka
dos espaços, ao serviço, aos acessos, localização e nomes dos "sítios", tudo é bem vindo.
Xaput peK ó achaKa